teatro - bistrô - café - livraria - jazz

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rua augusta 331 consolação tels:3255-8448 * 3257-8129

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Metrópolis destaca Mostra Brasileira de Dramaturgia Contemporânea

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

MOSTRA BRASILEIRA DE DRAMATURGIA CONTEMPORÂNEA



HAPPYCINIO, de Angélica R. Kauffmann
direção de Juliana Galdino

com Bruno Ribeiro, Anapaula Csernik, José Renato Forner, Marcelo Rorato e Gabriela Ramos.


A contemporaneidade vista como um pesadelo, no qual a alegria se coloca como uma terrível obrigação. O mundo como uma orgia permanente, na qual todas as ações flutuam sem gravidade. Uma festa da qual não conseguimos sair, assombrados por um inimigo que, suspeitamos, nos espera atrás da porta.


estreia 16 de outubro no Club Noir
rua augusta, 331
**entrada gratuita**

ter, quar, qui às 21

foto: Gabriel Chiarastelli





sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Peep Classic Ésquilo: Orestéia I estréia hoje


fotos de Julieta Bacchin

ORESTÉIA parte I
(Projeto indicado para o Prêmio Bravo! 2012)

de Ésquilo 
direção e adaptação: Roberto Alvim

com Juliana Galdino, Renato Forner, Ricardo Grasson, Fernando Gimenes, Paula Spinelli, Zé Geraldo Jr.

sex e sáb às 21. dom às 20h

CLUB NOIR rua augusta, 331 - tels: 3255-8448 / 3257-8129






segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Club Noir estreia "Aqui", de Martina Sohn Fischer com direção de Juliana Galdino


foto de Julieta Bacchin



O espetáculo “Aqui”, nova produção do Club Noir, estreia na terça, 18, às 21h, dentro do projeto Mostra Brasileira de Dramaturgia Contemporânea promovida pelo espaço. Em cartaz até 11 de outubro, a entrada é Catraca Livre.


A peça instaura um outro mundo, habitado por outras formas de vida, não-humanas. A trama propõe uma nova mitologia, de novos arquétipos, por meio de uma obra que se desenvolve como um estranho conto-de-fadas. “Aqui” fala do surgimento e desaparecimento pelo pó – essa entidade tão presente na vida humana – agora experienciada por Branca de Neve e seus pares.


A Mostra Brasileira de Dramaturgia Contemporânea começou em julho de 2012 e segue até abril de 2013 no Club Noir trazendo a público 8 espetáculos inéditos escritos entre 2009 e 2011 por novos


AQUI
de Martina Sohn Fischer | direção Juliana Galdino

com gabriela ramos | paula spinelli | fernando gimenes | bruno ribeiro | josé renato forner | zé geraldo jr. | marcelo rorato


de 18/09 a 08/10
Terças, Quartas e Quintas às 21:00
Club Noir
R. Augusta, 331 - Consolação. Telefone: (11) 3255-8448.
Os ingressos são distribuídos com uma hora de antecedência



terça-feira, 4 de setembro de 2012

Estreia: PROMETEU

A Cia Club Noir estreia, no dia 07 de Setembro, mais um espetáculo do projeto Peep Classic Ésquilo.

PROMETEU, com direção Roberto Alvim.

com
Juliana Galdino, Ricardo Grasson, Gabriela Ramos, Jackeline Stefanski, Bruno Ribeiro, Paul
a Spinelli e Marcelo Rorato.


sex e sáb - 21h
dom - 20h

r augusta, 331

R$20 (inteira)
R$10 (meia)



Por dar o fogo aos homens, o deus Prometeu é acorrentado por outros deuses ao cume de uma montanha, onde deverá permanecer preso por toda a eternidade. 




fotos de Julieta Bacchin









quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Entrevista de Roberto Alvim para o site Colherada Cultural


Do site: http://bravonline.abril.com.br/materia/esta-sendo-imprescindivel-reinventar-o-teatro-e-o-ser-humano-a-cada-montagem

“Está sendo imprescindível reinventar o teatro - e o ser humano - a cada montagem”

O diretor Roberto Alvim conversa sobre a Mostra Brasileira de Dramaturgia Contemporânea
por Por Estela Cotes


À frente da Cia Club Noir, o diretor Roberto Alvim chamou a atenção da critica com a encenação de O Quarto, texto de Harold Pinter, escolhido como melhor espetáculo de 2009 pelo Prêmio Bradesco BRAVO! de Cultura. O grupo tem como principais características a penumbra no cenário e a força nas palavras aceleradas.
Como um dos representantes do teatro contemporâneo brasileiro, o também dramaturgo resolveu montar uma programação dedicada a esta seara. A Mostra Brasileira de Dramaturgia Contemporânea começou no final de julho e terá seu fim somente em abril de 2013. A cada mês uma peça inédita é estreada com curadoria de Roberto Alvim.
Até o dia 6 de setembro está em cartaz (Em) Branco, de Patrícia Kamis. A programação segue com:Aqui, de Martina Sohn Fischer (de 11 de setembro a 4 de outubro); Happycinio, de Angélica Kauffmann (de 9 de outubro a 1º de novembro); Procurado, de Diego Fortes (de 13 de novembro a 6 de dezembro); Fatia de Guerra, de Andrew Knoll (de 15 de janeiro a 7 de fevereiro de 2013); Agro Negócio, de Marco Catalão (de 12 de fevereiro a 7 de março) e Grimorium, de Alexandre França (de 12 de março a 4 de abril).
Roberto Alvim bateu um papo com o Colherada Cultural sobre esta seleção.
COLHERADA CULTURAL: Quais foram os critérios para a seleção dos textos?

ROBERTO ALVIM: Procuramos peças da ordem da invenção: obras que trabalham com novos sistemas complexos de relações formais, distintos de qualquer forma ou discurso reconhecível. Textos que não reproduzem o mundo, mas que criam outros mundos, habitados por outras formas de vida - outras possibilidades de experienciarmos o tempo, o espaço e a condição humana. 
Durante o período de seleção, líamos os textos e pensávamos "isto já existe no mundo?" Se a resposta fosse sim, então a obra não nos interessava. Escolhemos oito textos (depois de termos lido mais de 100 peças) que são aparentemente impossíveis de serem encenados. É preciso inventar novos procedimentos de encenação e de atuação para “presentificar” estas peças, que se colocam como alteridades radicais em relação a todo teatro tradicional.


C.C.: A partir desta mostra é possível descrever algumas características do teatro contemporâneo brasileiro?

R.A.: Fizemos um recorte muito específico na Mostra, que não corresponde a todo o espectro de possibilidades que existem hoje no teatro brasileiro. O que nos interessava eram obras que trabalhassem no campo da arte, e não no campo da cultura. Cultura é o senso-comum, as formas e discursos hegemônicos que pululam nos produtos culturais; arte é sempre invenção, é a criação de experiências estéticas que ampliam nossas vivências em direções insuspeitadas, imprevisíveis. Neste sentido, os sistemas cênicos criados pelos oitos autores são arte de ponta, tanto no âmbito nacional quanto no âmbito internacional. 


C.C.: Existem temas comuns que permeiem os autores?

R.A.: São obras absolutamente singulares, e cada uma delas inventa um sistema formal próprio, único, fundante. Cada um dos textos instaura procedimentos técnicos novos, que traduzem e expandem visões de mundo descoladas de operações dramáticas pré-existentes. O que elas têm em comum é a pulsão de inventar veredas estéticas outras, que expandam o working space do teatro - e que, portanto, expandam a experiência humana de nosso tempo.


C.C.: Quanto às montagens, também é possível reconhecer pontos comuns?

R.A.: Não. Tivemos que inventar novas formas de atuação e encenação em cada uma delas, porque cada uma delas inventa diferentes desenhos do ser humano em cena. Nenhuma das técnicas existentes dá conta destes textos; está sendo imprescindível reinventar o teatro - e o ser humano - a cada montagem.


C.C.: Algumas peças contemporâneas acabam sendo tachadas como herméticas, "para poucos", difíceis... Como está sendo a reação do público durante a mostra? 

R.A.: Não podemos parar diante de um quadro de Pollock e procurarmos o sistema formal com o qual Velázquez trabalhava. Se fizermos isso, Pollock parecerá um péssimo pintor... Cada artista cria um sistema formal próprio, que proporciona uma experiência estética específica. O público que lota as sessões no Club Noir já sabe de antemão que nossas montagens propõe sempre que o espectador caminhe por veredas desconhecidas. E a reação tem sido incrível; as pessoas voltam diversas vezes para ver os mesmos espetáculos, para passar novamente por experiências que são da ordem da alteridade. Não há nenhum hermetismo aqui, muito ao contrário: as peças são poesia, e só a poesia proporciona infinitas possibilidades de interpretação para os espectadores. O que se estabelece nos espetáculos é a proposição radical de aventuras estéticas inovadoras. Quem aceita o convite, experiencia uma ampliação da percepção.


C.C.: Já pensa em uma segunda edição para o ano que vem?

R.A.: Sim, queremos que este projeto se perpetue. A Mostra é a apresentação ao público de novos autores, que acreditam na força revolucionária de escrituras que reinventam o mundo e a humanidade, ampliando as possibilidades de habitarmos a existência. Trata-se de algo histórico, fundamental, de uma importância crucial para o teatro contemporâneo brasileiro - posto que coloca a dramaturgia de nosso país em um lugar singular no panorama da arte internacional.
Serviço
Club Noir
Rua Augusta, 331 – Consolação
Tel.: (11) 3255-8448 / 3257-8129
Mostra: terças, quartas e quintas às 21h
Grátis

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Club Noir estreia a segunda peça da MOSTRA BRASILEIRA DE DRAMATURGIA CONTEMPORÂNEA


A companhia Club Noir apresenta o espetáculo "(EM) BRANCO" dentro da Mostra Brasileira de Dramaturgia Contemporânea, com ENTRADA FRANCA. A peça trata de um crime e se passa em uma atmosfera misteriosa na qual pistas se sobrepõe e criminosos e vítimas se confundem.




Estréia 14 de Agosto, (Terça)



(EM) BRANCO, dePatricia Kamis
direção: Roberto Alvim
com Fernando Gimenes, Frann Ferraretto e Zé Geraldo Jr.

MOSTRA BRASILEIRA DE DRAMATURGIA CONTEMPORÂNEA
entrada gratuita
CLUB NOIR
rua augusta, 331 tels: 3255-8448 3257-8129
*foto Julieta Bacchin